{"id":257,"date":"2011-10-03T16:23:23","date_gmt":"2011-10-03T16:23:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.quilombhoje.com.br\/blog\/?p=257"},"modified":"2011-10-03T16:23:23","modified_gmt":"2011-10-03T16:23:23","slug":"sobre-lino-guedes-e-machado-na-caixa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.quilombhoje.com.br\/blog\/?p=257","title":{"rendered":"Sobre Lino Guedes e Machado na Caixa"},"content":{"rendered":"<div id=\"tweetbutton257\" class=\"tw_button\" style=\"\"><a href=\"http:\/\/twitter.com\/share?url=https%3A%2F%2Fwww.quilombhoje.com.br%2Fblog%2F%3Fp%3D257&amp;text=Sobre%20Lino%20Guedes%20e%20Machado%20na%20Caixa&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=https%3A%2F%2Fwww.quilombhoje.com.br%2Fblog%2F%3Fp%3D257\" class=\"twitter-share-button\"  style=\"width:55px;height:22px;background:transparent url('https:\/\/www.quilombhoje.com.br\/blog\/wp-content\/plugins\/wp-tweet-button\/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;\">Tweet<\/a><\/div><div id=\"fcbk_share\"><div class=\"fcbk_button\">\n\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/\"\ttarget=\"_blank\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.quilombhoje.com.br\/blog\/wp-content\/plugins\/facebook-button-plugin\/img\/standart-facebook-ico.png\" alt=\"Fb-Button\" \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/a>\n\t\t\t\t\t\t<\/div><div class=\"fcbk_like\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div id=\"fb-root\"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<script src=\"http:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#appId=224313110927811&amp;xfbml=1\"><\/script>\n\t\t\t\t\t\t\t<fb:like href=\"https:\/\/www.quilombhoje.com.br\/blog\/?p=257\" send=\"false\" layout=\"button_count\" width=\"450\" show_faces=\"false\" font=\"\"><\/fb:like>\n\t\t\t\t\t\t<\/div><\/div><p style=\"text-align: center;\"><strong>60 ANOS SEM LINO GUEDES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/www.quilombhoje.com.br\/blog\/imagens\/lino guedes.jpg\" alt=\"\" width=\"130\" height=\"200\" \/><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Olhar a estrada que ficou para tr\u00e1s \u00e9 tamb\u00e9m descobrir marcas do protagonismo afro-brasileiro ao longo da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Ao inv\u00e9s do papel passivo de coadjuvantes a que nos relegam a historiografia e os relatos \u201coficiais\u201d, em cada ponto dessa estrada redescobrimos uma associa\u00e7\u00e3o, uma entidade, um militante que deixou marcas que resistiram \u00e0s tentativas de invisibiliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEste \u00e9 o caso do poeta e jornalista Lino Guedes.<\/p>\n<p>H\u00e1 d\u00favidas sobre a data de nascimento de Lino Guedes, uns autores dizem que foi em 1897, outros afirmam que foi em 1906.<\/p>\n<p>De todo modo, Lino Guedes faleceu em 1951. Portanto neste ano de 2011 completam-se sessenta anos de seu desaparecimento.<\/p>\n<p>Poeta, romancista, ensa\u00edsta, Lino colaborou com v\u00e1rios jornais, dentre eles Di\u00e1rio do Povo, Correio Popular, Folha da Noite e Di\u00e1rio de S\u00e3o Paulo. Atuou na imprensa negra, entre 1923 e 1924 no seman\u00e1rio Getulino, sendo, posteriormente, editor do jornal Progresso. Publicou, dentre outros livros, \u201cO Canto do Cisne Preto\u201d (1926); \u201cRessurrei\u00e7\u00e3o Negra (1928); \u201cUrucungo\u201d (1936); \u201cNegro Preto Cor da Noite\u201d (1936).<\/p>\n<p>Dotado do mesmo objetivo de \u201celeva\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a\u201d que norteia a\u00e7\u00f5es de entidades como a Frente Negra, por exemplo, Lino Guedes faz de seus escritos uma constata\u00e7\u00e3o l\u00edrica das desigualdades e da necessidade de ressurrei\u00e7\u00e3o moral do povo afro.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, \u00e9 interessante notar como num p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o em que eram altos os \u00edndices de desemprego e analfabetismo entre a popula\u00e7\u00e3o negra, mostra-se forte a cren\u00e7a na atividade jornal\u00edstica, liter\u00e1ria e educacional como um meio de vencer as adversidades.<\/p>\n<p>Escrevendo majoritariamente poesia, Lino faz do povo negro o personagem principal de seus versos, os quais n\u00e3o negam as atrocidades da escravid\u00e3o e do racismo, mas transformam o que deve ter sido intensa dor numa experi\u00eancia est\u00e9tica de supera\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m \u00e9 recorrente a ideia de que um comportamento moral exemplar \u00e9 necess\u00e1rio para que a aceita\u00e7\u00e3o do negro seja maior por parte da sociedade. Isso faz com que a poesia de Lino Guedes se mostre singela, formalmente distante dos anseios revolucion\u00e1rios de um Solano Trindade, por exemplo, mas a necessidade de express\u00e3o por vezes extrapola os limites corretos em que precisa se enquadrar.<\/p>\n<p>Outra faceta interessante \u00e9 o fato de Lino mostrar a mulher negra em sua poesia de uma forma muito l\u00edrica e pr\u00f3xima. \u00c9 como se pud\u00e9ssemos visualizar sua Ditinha, lembrando-nos de namoradas, esposas, irm\u00e3s, primas, vizinhas&#8230;.<\/p>\n<p>Lino tem o m\u00e9rito de trazer o povo negro como protagonista de sua literatura e foi um dos autores que mais publicou.<\/p>\n<p>Seguem abaixo dois poemas:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\">NOVO RUMO!<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\">Negro preto cor da noite,<br \/>\nNunca te esque\u00e7as do a\u00e7oite<br \/>\nQue cruciou tua ra\u00e7a.<br \/>\nEm nome dela somente<br \/>\nFaz com que nossa gente<br \/>\nUm dia gente se fa\u00e7a!<br \/>\nNegro preto, negro preto,<br \/>\nS\u00ea tu um homem direito<br \/>\nComo um cordel posto a prumo!<br \/>\n\u00c9 s\u00f3 do teu proceder<br \/>\nQue, por certo, h\u00e1 de nascer<br \/>\nA estrela do novo rumo!<br \/>\n(Negro preto cor da noite, 1936)<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\">DITINHA<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\">Penso que talvez ignores,<br \/>\nSingela e meiga Ditinha,<br \/>\nQue desta localidade<br \/>\n\u00c9s a mais bela pretinha:<br \/>\nSe n\u00e3o fosse profanar-te,<br \/>\nChamar-te-ia&#8230; francesinha!<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\">Ent\u00e3o, quando vais \u00e0 reza<br \/>\nCom teu vestido de cassa,<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 mesmo quem n\u00e3o fale,<br \/>\nOrgulho da minha ra\u00e7a:<br \/>\n\u2013 Olha que preta bonita<br \/>\nE que andar cheio de gra\u00e7a!&#8230;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\">Se \u00e0s vezes sorrio, a esmo,<br \/>\nN\u00e3o me tomes por caduco.<br \/>\nCom teu vulto nos meus olhos,<br \/>\nAndo como aquele turco<br \/>\nQue, doloroso destino,<br \/>\nAo te ver, ficou maluco&#8230;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\">Ah! Se souberas, Ditinha,<br \/>\nQue por sob essa aparente<br \/>\nFrieza, (quem tal diria!&#8230;)<br \/>\nEu pe\u00e7o constantemente,<br \/>\nA Deus que um dia nos ponha<br \/>\nNuma casinha sem gente&#8230;<br \/>\n(Dictinha, 1938)<\/p>\n<p>Fontes:<br \/>\nhttp:\/\/www.portalafro.com.br\/linoguedes.htm<br \/>\nwww.letras.ufmg.br\/literafro<br \/>\nhttp:\/\/www.palmares.gov.br\/?p=1892<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>SOBRE O BRANQUEAMENTO DE MACHADO DE ASSIS EM REDE NACIONAL<\/strong><\/p>\n<p>Pois \u00e9, valeu a grita dos intelectuais comprometidos com o Brasil de verdade, n\u00e3o com aquele Brasil idealizado pelos ide\u00f3logos do branqueamento e das desigualdades. Depois que foi veiculada uma propaganda com um Machado de Assis \u201climpo\u201d de suas origens \u00e9tnicas (grande bobagem), e depois que professores como Eduardo Duarte e Ana Maria Gon\u00e7alves publicaram textos denunciando isso (um deles aqui: http:\/\/revistaforum.com.br\/idelberavelar\/2011\/09\/18\/a-caixa-economica-federal-a-politica-do-branqueamento-e-a-poupanca-dos-escravos-por-ana-maria-goncalves\/), a Caixa Econ\u00f4mica resolveu retirar do ar a propaganda, e enviou uma carta \u00e0 Seppir, veja a seguir um trecho:<\/p>\n<p>\u201cCarta \u00e0 Secretaria de Pol\u00edticas de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica sobre campanha dos 150 anos da Caixa Econ\u00f4mica Federal<\/p>\n<p>A Caixa Econ\u00f4mica Federal reafirma a esta secretaria e aos movimentos sociais por ela defendidos o seu compromisso com a responsabilidade social e o respeito \u00e0 diversidade. Esta institui\u00e7\u00e3o sempre estar\u00e1 alinhada com pol\u00edtica de igualdade do nosso Governo Federal, regida pela justi\u00e7a social e oportunidade para todos.<\/p>\n<p>Em suas pe\u00e7as publicit\u00e1rias, a CAIXA sempre buscou retratar a diversidade que caracteriza o nosso pa\u00eds, como pode ser demonstrado nas campanhas elaboradas em parceria e com o apoio dos movimentos sociais e da pr\u00f3pria Seppir.<\/p>\n<p>No entanto, a CAIXA pede desculpas por sua \u00faltima pe\u00e7a publicit\u00e1ria comemorativa aos 150 anos do banco, que teve como personagem o escritor Machado de Assis. A CAIXA lamenta que a pe\u00e7a n\u00e3o tenha caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com sua origem racial.<\/p>\n<p>A CAIXA informa que suspendeu a veicula\u00e7\u00e3o e tomou provid\u00eancias para anula\u00e7\u00e3o do pagamento da campanha, elaborada por ag\u00eancia publicit\u00e1ria contratada pelo banco.\u201d<\/p>\n<p>Parab\u00e9ns \u00e0 Caixa Econ\u00f4mica pela r\u00e1pida atitude e solu\u00e7\u00e3o!<br \/>\nParab\u00e9ns aos que n\u00e3o ficaram calados diante do fato.<\/p>\n<p>Agende-se: dia 09 de outubro tem a P\u00edlula de Cultura das Crian\u00e7as na Casa das Caldeiras em SP.<\/p>\n<p>em novembro tem a Marcha de Zumbi, no dia 20<\/p>\n<p>E AGUARDE: EM DEZEMBRO TEM O LAN\u00c7AMENTO DO LIVRO CADERNOS NEGROS 34, DE CONTOS<\/p>\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div id=\"tweetbutton257\" class=\"tw_button\" style=\"\"><a href=\"http:\/\/twitter.com\/share?url=https%3A%2F%2Fwww.quilombhoje.com.br%2Fblog%2F%3Fp%3D257&amp;text=Sobre%20Lino%20Guedes%20e%20Machado%20na%20Caixa&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=https%3A%2F%2Fwww.quilombhoje.com.br%2Fblog%2F%3Fp%3D257\" class=\"twitter-share-button\"  style=\"width:55px;height:22px;background:transparent url('https:\/\/www.quilombhoje.com.br\/blog\/wp-content\/plugins\/wp-tweet-button\/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;\">Tweet<\/a><\/div><p>Tweet 60 ANOS SEM LINO GUEDES Olhar a estrada que ficou para tr\u00e1s \u00e9 tamb\u00e9m descobrir marcas do protagonismo afro-brasileiro ao longo da hist\u00f3ria. Ao inv\u00e9s do papel passivo de coadjuvantes a que nos relegam a historiografia e os relatos \u201coficiais\u201d, em cada ponto dessa estrada redescobrimos uma associa\u00e7\u00e3o, uma entidade, um militante que deixou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4,3],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v16.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.quilombhoje.com.br\/blog\/?p=257\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Sobre Lino Guedes e Machado na Caixa &bull; QUILOMBHOJE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Tweet 60 ANOS SEM LINO GUEDES Olhar a estrada que ficou para tr\u00e1s \u00e9 tamb\u00e9m descobrir marcas do protagonismo afro-brasileiro ao longo da hist\u00f3ria. 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